domingo, 15 de novembro de 2009


Dodge




O Dodge Charger R/T 1978



Dodge Charger R/T 1978 recebe personalização ao participar do programa Lata Velha


Inícia a nova temporada do programa Lata Velha (2007), que conta a história do Aginaldo Vicente, de 33 anos, e seu gosto por Dodge. Desde os seis anos de idade, ele é ligado por Dodge, especialmente o modelo Charger. Aginaldo passou a vida colecionando revistas e miniaturas de Dodges, e há 5 anos conseguiu realizar seu sonho: pegou dinheiro emprestado com todo mundo e comprou um Dodge Charger R/T 1978.

Pegadinha

A produção do programa foi entrevistar Aginaldo dizendo que ele estava no processo seletivo e o levou para almoçar. Quando eles chegaram ao restaurante, o manobrista (da produção) recebeu o Dodge e entregou dois tíquetes para o Aginaldo: um normal e o outro oferecendo serviço de tintura grátis.

Após ser levado para o fundo do restaurante, o Dodge é desenhado na lateral por um grafiteiro, enquanto que Luciando Huck se escondeu dentro do porta-malas. Quando o Aginaldo saiu, ficou revoltado com o manobrista. E então Luciano Huck apareceu e pôs fim ao estresse.

O Dodge era preto, mas Aginaldo pintou de laranja e o batizou de Laranja Mecânica. Todo final de semana ele ficava até tarde cuidando do Dodge, mas o Charger estava longe do estado ideal de conservação. Foi aí que a irmã da Cátia, a cunhada do Aginaldo, resolveu escrever a carta para o programa.

Luciano revela que para ter o carro de volta todo reformado, Aginaldo teria que fazer uma cena do filme "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", onde Roberto canta "Eu Sou Terrível".

A reforma

A nova equipe acaba de conhecer o seu primeiro projeto pelo Lata Velha. A galera da oficina põe a mão na massa e começa a reforma no Dodge. Aginaldo se esforça no palco do Caldeirão, mas o só na segunda tentativa de cantar é que Luciano anuncia que o Dodge voltará para o dono. Ao ver o Dodge, Aginaldo fica chocado com o resultado.


usaram uma tinta especial, que muda de cor a partir do grau de incidência de luz nela projetada. No porta-malas, uma surpresa: além do potente sistema de som, ele ganhou uma miniatura de seu carro com controle remoto. Foi instalado um DVD player com tela de LCD no painel do carro.

No motor, o blower foi restaurado, aumentando a potência do motor cerca de quarenta a cinqüenta por cento. Foram instalados também rodas de liga leve com design arrojado, e houve a mudança do bocal de combustível por um de competição, no qual foi alterado de lugar.

Há quem goste, e também outros, como eu, que abominam tais modificações em um Dodge. Contudo, podemos afirmar que todo este processo é totalmente reversível, felizmente.


Por: William Furlan


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