sábado, 7 de maio de 2011
domingo, 12 de setembro de 2010
The Dukes of Hazzard - The General Lee
Segue um video muito legal sobre a seriado que foi o marco do surgimento de lengendário General Lee.
domingo, 4 de abril de 2010
World of Wheels and Autorama
O mundo das rodas foi um evento que ao qual eu participei em Winnipeg, Canada, um evento comprometido com o futuro e com a pretenção nos dias de exibição trazer cultura, educação aos visitantes que apreciam a indústria do mercado de carros antigos e acessórios. O evento se caracteriza por convidados e visitantes que compartilham sua paixão com os automóveis. Depois da recepção, os convidados e visitantes puderam apreciar os carros em exposição juntamente com os seus respectivos patrocinadores e expositores. A exposição contou também com prêmios e participação especial da atriz Catherine Bach a Deisy Duke do seriado dos anos 80 - Dukes of Hazzard entre outras celebridades automotivas como o próprio General Lee na versão original Laranja e um totalmente customizado na cor preta e também o Hudson Hornet do filme animado Carros. Curtem as fotos do evento.
domingo, 31 de janeiro de 2010
Robert Edward Lee
Robert Edward Lee (19 de janeiro de 1807 - Lexington (Virgínia), 12 de outubro de 1870), foi um militar americano e General do Exército dos Estados Confederados da América, ao longo da Guerra Civil Americana.
Filho de "Light Horse" Harry (1756–1818), famoso general da Guerra de Independência dos EUA, Robert E. Lee graduou-se na Academia militar de West Point e destacou-se durante a guerra contra o México (1843-1846). Em 1857 herdou do seu sogro a famosa fazenda de Arlington, onde hoje encontra-se o mais conhecido cemitério militar dos EUA. Lee, que já possuía alguns escravos, tomou posse de 196 negros e licenciou-se do exército por dois anos para administrar a propriedade. O testamento estipulava que os escravos deveriam ser emancipados tão logo possível, mas Lee optou por retê-los por 5 anos, o máximo tempo que lhe era permitido. Em pelo menos uma ocasião, Lee ordenou que escravos fugitivos fossem chicoteados.
No início da década de 1860 chegara ao posto de Coronel no Exército dos Estados Unidos da América. Quando do início da secessão dos estados do sul, estava servindo no Texas e retornou para sua Virgínia natal. Foi convidado pelo Comandante do Exército, General Winfield Scott, para o comando uma expedição contra os rebeldes sulistas. Quando ficou sabendo da adesão da Virgínia a Confederação, recusou o cargo e pediu baixa do Exército, justificando-se dizendo que não poderia combater contra sua terra natal.
Após a secessão da Virgínia, Lee tornou-se comandante das forças estaduais organizadas para defender o estado contra a intervenção federal. Com a formação da Confederação, ainda em 1861, Lee incorporou-se ao novo Exército Confederado com a patente de General e a função de conselheiro militar do Presidente da Confederação, Jefferson Davis. Em 1862, recebeu o comando do Exército do Norte da Virgínia, principal força militar dos Estados Confederados da América. No comando dessa força Lee derrotou os exércitos federais e seus diferentes comandantes, em várias batalhas, como Segunda Batalha de Bull Run (ou Segunda Batalha de Manassas), Chancellorsville e Fredericksburg, tornando-se o mais temido e respeitado General da Confederação. Em 1863, Lee comandou seu exército na sua segunda invasão do norte, e chegou a ameaçar Filadélfia. No entanto, no verão de 1863, na Batalha de Gettysburg cometeu o maior erro da sua carreira, ordenando um desastroso assalto frontal contra o bem defendido centro das posições inimigas. Após essa derrota, Lee ofereceu sua demissão a Jefferson Davis, que não a aceitou.
Nos meados de 1863, o comando dos exércitos da União foi finalmente assumido por um general resoluto - Ulysses Grant. Grant iniciou imediatamente uma grande ofensiva, conhecida como Campanha Overland. Durante o restante de 1863 e até 1865, Lee comandou seu Exército do Norte da Virgínia numa série de batalhas, na maioria taticamente inconclusivas. Com tropas numericamente inferiores e castigadas pela fome e pela escassez de munição, ele conseguiu apenas atrasar o avanço das forças federais. Entretanto, a cada batalha a Confederação sofria perdas que não poderia repor. Em 1865, após a queda de Petersburg e da Capital Confederada, Richmond, ambas na sua virgínia natal, Lee e seu exército se renderam para as forças da união sob comando do General Ulysses S. Grant.
Após a guerra, Robert E. Lee tornou-se reitor da Universidade Washington da Virgínia e renovou seu juramento de lealdade aos Estados Unidos da América. Após sua morte em 1870, a Universidade passou a chamar-se "Universidade Washington-Lee", nome que mantêm até hoje. Sua cidadania americana foi restaurada, postumamente, pelo Presidente Gerald Ford, em 15 de Agosto de 1975.
Após a guerra, Robert E. Lee tornou-se reitor da Universidade Washington da Virgínia e renovou seu juramento de lealdade aos Estados Unidos da América. Após sua morte em 1870, a Universidade passou a chamar-se "Universidade Washington-Lee", nome que mantêm até hoje. Sua cidadania americana foi restaurada, postumamente, pelo Presidente Gerald Ford, em 15 de Agosto de 1975.
Na década de 1870, Lee tornou se a figura emblemática do movimento intelectual e literário sulista conhecido como "'Lost Cause'" (Causa Perdida). O movimento apresentava uma visão idealizada da luta confederada, que teria sido empreendida principalmente para defender os direitos constitucionais do estado do sul. A escravidão era afastada do seu papel central na gênese do conflito. Nesse contesto, o Lee era representado como um nobre cavaleiro, a encarnação das virtudes sulistas. Buscava-se apresentar o general como benevolente às aspirações da população negra, a despeito do seu próprio passado escravagista. Os seus erros eram frequentemente atribuídos aos subordinados. O exemplo mais conhecido é o Picket's Charge (Assalto de Picket) em Gettysburg, onde os resultados catastróficos da má avaliação do Lee eram frequentemente justificados como erro de execução de Longstreet.
Robert Edward Lee permanece, até os dias de hoje, entre os mais respeitados militares americanos
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Bem-vindo ao condado de Hazzard
Bo e Luke Duke moravam em um condado fictício de Hazzard, algum lugar ao sul do Estado da Geórgia, com sua prima Daisy e seu tio Jesse. A família Duke tinha tradição em produzir álcool ilegalmente e, como resultado, os Dukes foram proibidos pela Justiça de cruzar os limites do condado de Hazzard. Honestos e de bom coração, os Dukes tiveram vários conflitos com a imposição de lei corrupta do condado de Hazzard. O avarento Chefe Hogg, o espalhafatoso e orgulhoso xerife Rosco P. Coltrane e o ingênuo delegado Enos Strate acusavam de todos os crimes em Hazzard os primos Duke, fossem eles culpados ou não. Cada episódio tinha pelo menos uma perseguição de carros, geralmente terminando com Coltrane submerso na lama. Cada história era narrada pelo "Baladeiro", na voz do legendário Waylon Jennings, que também escreveu e executou a música título do programa.
Bo e Luke correm pelas ruas sujas do sul rural em um Dodge Charger 1969. No programa, o carro foi encontrado em péssimo estado próximo ao condado e foi usado como carro de fuga em um assalto a banco. Com a ajuda de seu amigo Cooter, os Dukes consertaram e modificaram o Charger para relembrar aqueles dirigidos na NASCAR. Isso explica por que as portas foram soldadas e o carro tinha um motor poderoso o suficiente para fazer os tiras e vilões que visitavam Hazzard engolirem poeira.
Os produtores do programa queriam um carro rápido e popular. O Pontiac Firebird e o Ford Mustang foram considerados, mas o Dodge Charger venceu, principalmente porque teve muito sucesso na NASCAR, o que o ajudou a manter a linha da história, bem como a audiência-alvo do programa.
Em seguida, saberemos mais sobre o General Lee.
General Lee de John Schneider é vendido por 10 milhões de dólares no eBay!!
John Schneider, o Bo Duke, colocou seu Dodge Charger “General Lee” 1969 á venda a alguns dias atrás. É seu carro pessoal, que ele usou no filme “The Dukes of Hazzard” e em outros eventos ao longo de todos esses anos. O valor inicial pedido era de 2.300.000 dólares no eBay, mas o leilão terminou em um valor que você não vai acreditar! 9.900.500 dólares!!!
De acordo com a CNN, se o carro for mesmo comprado por esse valor, este leilão será o segundo de maior valor em toda a história, somente perdendo para o leião de um Bugatti Type 41 Royal Sports Coupe 1931, de 11 milhões de dólares, em 1987!
Pessoas especializadas em leilões, entrevistadas pelo canal CNN, dizem que estão perplexos, pois não existe razão para um valor desse tamanho. Quem gostou foi o dono do carro, pois o valor ganho vai ser usado para ele fazer uma sequência do filme, chamada de “Collier & Co., Hot Pursuit”.
De acordo com a CNN, se o carro for mesmo comprado por esse valor, este leilão será o segundo de maior valor em toda a história, somente perdendo para o leião de um Bugatti Type 41 Royal Sports Coupe 1931, de 11 milhões de dólares, em 1987!
Pessoas especializadas em leilões, entrevistadas pelo canal CNN, dizem que estão perplexos, pois não existe razão para um valor desse tamanho. Quem gostou foi o dono do carro, pois o valor ganho vai ser usado para ele fazer uma sequência do filme, chamada de “Collier & Co., Hot Pursuit”.
John Schneider já era dono do carro na época, então ele emprestou para a Warner Bros. fazer o filme, e continuou com ele. E os especialistas dizem que o carro não vale mais do que 200.000 dólares…. tem fã pra tudo nesse mundo!
sábado, 21 de novembro de 2009
História do Dodge no Brasil
Entre meados de 1967 e 1968 nascia um projeto baseado em modelos americanos da marca Dodge, que utilizava motores V8. Em outubro 1969 é lançado o Dodge Dart, que iria substituir os Esplanadas e suas versões de luxo, as quais já se encontravam um tanto ultrapassadas.Os Dodge chegaram para disputar mercado com os Itamaratys, Opalas e posteriormente os Mavericks, em um espaço de mercado logo abaixo dos Galaxies. O Dodge Dart era fabricado com 4 portas, motor V8 de 5212 cm³ e 198 cv. Embora um carro meio pobre em termos de acabamento, e até meio espartano em termos de conforto, foi conquistando admiradores pelo seu bom desempenho, desenho inovador e aparência de carro espaçoso. Mas sua aparência de espaço interno não se confirmava no dia-a-dia, pois apesar de um amplo porta-malas, ele acomodava 5 pessoas de forma normal para o tamanho dele.
Conforto não era exatamente o que parecia quando se via o carro por fora, inclusive sua suspensão era mais dura que o esperado. Falando em suspensão, houve uma preocupação maior com a estabilidade do que com o conforto, mas que produziu uma suspensão muito boa para curvas de alta velocidade, mesmo dotado de uma grande traseira.
Seu motor era sem dúvida o mais potente e mais confiável da categoria (até o surgimento dos Opalas SS com motor 6 cilindros 250S). O único item a se reclamar é sem dúvida em relação ao consumo de combustível, 4 a 5 Km/l dependendo da disposição do motorista em acelerar e tanque de apenas 62 litros. Chegava-se a uma velocidade de 177 km/h e acelerava de 0 a 100 km/h em apenas 12,6 segundos, números muito bons na época. Quanto ao torque, era abundante, 41 kgfm a 2400 rpm, isso sem dúvida era uma das vantagens de um motor de 8 cilindros, que em baixas rotações e com o carro carregado em subidas, rodava com grande facilidade.
Mas longe de ser perfeito, um grande problema era conseguir fazer o carro parar, pois seus freios eram deficientes. Dotado de freio a tambor nas quatro rodas, o sistema não dava conta do recado. Mas depois de alguns acertos, foram ganhando mais atenção em acabamento e no quesito segurança. Nos modelos da década de 70 foram lançadas as versões Charger LS e Charger RT, estas sim equipadas com freio a disco, direção hidráulica e um motor de 215cv.
O Carger R/T foi o esportivo da época, chegando a ser o objeto de desejo de muitos na ocasião. Dotado de teto de vinil, rodas esportivas, detalhes nas colunas traseiras, câmbio no assoalho de 4 marchas e conta-giros, tinha o design mais esportivo e agressivo da família Dodge.
O R/T, foi um dos carros esportivos mais rápidos atingindo 194 km/h. Já seu irmão o LS tinha algumas diferenças em relação ao R/T seu painel era o mesmo do Dart e dispunha de alguns itens de conforto como bancos individuais, transmissão automática, que faziam dele uma carro mais familiar que o R/T.
Em 72 surge o Dart SE e no final desse mesmo ano, o Dodge Gran Sedan. O modelo SE constituiu um esportivo mais barato, criado para as pessoas que não ligavam para detalhes de conforto e acabamento.
Ao contrário do SE, o Gran Sedan era feito para um público mais exigente, mas em contra partida suas vendas foram um fracasso. Em 75 saíram da linha de montagem os Dart SE, Luxo, Gran Coupe, Charger LS e Charger R/T, todos na configuração de duas portas. Os únicos sedans que permaneceram, foram o Dart Luxo e o Gran Sedan com quatro portas. Em 76 saem da linha os Dart SE, Gran Coupe e Charger LS.
Com o fim da linha das versões Dart SE, Gran Coupe e Charger LS, a Chrysler quase se dedicou exclusivamente ao R/T, e com isso surgiram melhorias e novidades. Eles ganharam novo interior, bancos altos com novo desenho, novos volantes e novo grafismo lateral. Em 77 foi reduzida a taxa de compressão e alterações na carburação em busca de uma melhora no consumo de combustível. Em 78 foi o fim de linha para o Gran Sedan.
No mercado ficam somente os Dart de Luxo e Charger R/T. Nesse mesmo ano os Dodge Charger R/T mais uma vez sofrem novas mudanças, tanto em acabamento quanto em detalhes estéticos externos. Uma grande diferença em relação aos outros R/Ts, é que nesse ano foram eliminadas as falsas entradas de ar no capô.
Em 79 novas mudanças no interior como forração interna, revestimentos acústicos para melhorar o nível de ruído e sua suspensão, que ficou mais macia. O R/T perdeu neste ano o conta-giros. Logo após estas modificações, o governo proibiu a importação de veículos, fazendo suas vendas subirem a ponto da Chrysler lançar duas novas versões, Magnum e Le Baron. Com preços mais altos que o R/T, o Lê Baron era o veículo mais luxuoso da fábrica, produzido somente na versão 4 portas. Já o Magnum era um cupê duas portas com ares esportivos e com inovações inéditas para a época, como teto solar elétrico. Além disso os dois ganharam novo tanque com capacidade para 107 litros, um novo radiador e mudanças no sistema elétrico. Logo depois, com a crise do petróleo a empresa foi vendida para a VW, que em, pouco tempo encerrou a produção dos Dodge e passou a utilizar a unidade fabril da empresa para produzir caminhões.
domingo, 15 de novembro de 2009
Dodge
Dodge Charger R/T 1978 recebe personalização ao participar do programa Lata Velha
Pegadinha
A produção do programa foi entrevistar Aginaldo dizendo que ele estava no processo seletivo e o levou para almoçar. Quando eles chegaram ao restaurante, o manobrista (da produção) recebeu o Dodge e entregou dois tíquetes para o Aginaldo: um normal e o outro oferecendo serviço de tintura grátis.
Após ser levado para o fundo do restaurante, o Dodge é desenhado na lateral por um grafiteiro, enquanto que Luciando Huck se escondeu dentro do porta-malas. Quando o Aginaldo saiu, ficou revoltado com o manobrista. E então Luciano Huck apareceu e pôs fim ao estresse. O Dodge era preto, mas Aginaldo pintou de laranja e o batizou de Laranja Mecânica. Todo final de semana ele ficava até tarde cuidando do Dodge, mas o Charger estava longe do estado ideal de conservação. Foi aí que a irmã da Cátia, a cunhada do Aginaldo, resolveu escrever a carta para o programa.
Luciano revela que para ter o carro de volta todo reformado, Aginaldo teria que fazer uma cena do filme "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", onde Roberto canta "Eu Sou Terrível".
A reforma
A nova equipe acaba de conhecer o seu primeiro projeto pelo Lata Velha. A galera da oficina põe a mão na massa e começa a reforma no Dodge. Aginaldo se esforça no palco do Caldeirão, mas o só na segunda tentativa de cantar é que Luciano anuncia que o Dodge voltará para o dono. Ao ver o Dodge, Aginaldo fica chocado com o resultado.
usaram uma tinta especial, que muda de cor a partir do grau de incidência de luz nela projetada. No porta-malas, uma surpresa: além do potente sistema de som, ele ganhou uma miniatura de seu carro com controle remoto. Foi instalado um DVD player com tela de LCD no painel do carro. No motor, o blower foi restaurado, aumentando a potência do motor cerca de quarenta a cinqüenta por cento. Foram instalados também rodas de liga leve com design arrojado, e houve a mudança do bocal de combustível por um de competição, no qual foi alterado de lugar.
Há quem goste, e também outros, como eu, que abominam tais modificações em um Dodge. Contudo, podemos afirmar que todo este processo é totalmente reversível, felizmente.
Por: William Furlan
domingo, 8 de novembro de 2009
Assinar:
Comentários (Atom)



























